sexta-feira, 10 de setembro de 2010

“No quinto dia, quem será a vítima?”

Um dia vieram e levaram meu vizinho que era judeu. Como não sou judeu, não me incomodei. No dia seguinte, vieram e levaram meu outro vizinho, que era comunista. Como não sou comunista, não me incomodei. No terceiro dia, vieram e levaram meu vizinho católico. Como não sou católico, não me incomodei. No quarto dia, vieram e me levaram. Já não havia mais ninguém para reclamar…”

O texto em itálico, bastante conhecido mundo afora, é de Martin Niemöller, pastor luterano alemão que se transformou em um dos símbolos de resistência ao nazismo. Nunca é demais lembrá-lo. Ainda mais nestes tempos em que a garantia constitucional à privacidade vem sendo sistematicamente desrespeitada.

Fomos todos transformados em candidatos involuntários a Francenildo, Verônica, Eduardo Jorge…

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